Chamamentos variáveis de Phylloscopus collybita

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Re: Chamamentos variáveis de Phylloscopus collybita

Mensagem por HL em Qua Nov 16, 2016 7:11 am

Tenho visitado praticamente todos os dias o mesmo local, onde ouvi os "swee" e "sweeoo", por volta das 8h, e não apanho bichos a vocalizar com a mesma periodicidade, apesar da abundância.
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HL

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Re: Chamamentos variáveis de Phylloscopus collybita

Mensagem por Paulo Lemos em Qua Nov 16, 2016 7:15 am

Sim e não, já que ouço outras em sítios diferentes e não marquei a aves nem decorei pormenores individuais para perceber o porquê de qualquer alteração scratch . Não sei o que se conhece acerca dos movimentos das Phylloscopus mas não costumo vê-las muito tempo no mesmo sítio (a espécie sim, mas os indivíduos nem por isso). Não descarto que possa acontecer pois é possível até com muitas migradoras de passagem, por exemplo no ultimo fim de semana voltei a ver o que pareceu o mesmo papa-moscas-preto fiel a um bom cantinho desde há quase 1 mês em ambiente de montanha, e não me parece outro tanto pelo comportamento como no geral (alarmes, etc) e já vamos a meio de Nov.
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Re: Chamamentos variáveis de Phylloscopus collybita

Mensagem por Pedro Pereira em Qua Nov 16, 2016 7:40 am

Obrigado Hugo e Paulo.

Evidentemente, sem aves anilhadas nunca iremos saber se eram os mesmos que vimos há dias/semanas ou não.

As Phy col não são territoriais no inverno. Mas quando referi "locais" não estava a dizer a(s) mesma(s) árvore(s) ou arbusto(s), mas um local um pouco mais amplo. Deixando o quão "amplo" ao critério de cada um.
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Re: Chamamentos variáveis de Phylloscopus collybita

Mensagem por HL em Qua Nov 16, 2016 7:44 am

Neste caso local = área de 5ha. Obviamente que não há forma sem marcação individual, só um bruxo para saber se são os mesmos bichos.
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HL

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Re: Chamamentos variáveis de Phylloscopus collybita

Mensagem por Pedro Pereira em Qua Nov 16, 2016 7:56 am

HL escreveu:Neste caso local = área de 5ha. Obviamente que não há forma sem marcação individual, só um bruxo para saber se são os mesmos bichos.
Very Happy

A ideia é que haja uma padronização mínima do esforço de amostragem. Por agora só estava a querer perceber se os chamamentos aumentaram ou diminuíram ou se não é evidente. Para que, por exemplo, caso a frequência de chamamentos tenha diminuído de há semanas para cá, se poderem colocar (pelo menos) duas hipóteses para as aves que os emitiam:

- alteraram as suas vocalizações nesse período.
- migraram/dispersaram.

A partir daqui só com um estudo direccionado com anilhagem, gravações, etc. Smile

Ora aqui está uma ideia grátis para uma tese de mestrado em biologia Smile
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Pedro Pereira

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Re: Chamamentos variáveis de Phylloscopus collybita

Mensagem por conspicillata em Qua Nov 16, 2016 8:02 am

Boas Pedro,

acho que foi ontem que ouvimos um individuo a vocalizar assim na Herdade da Mitra na mesma área onde o Rui Lourenço as gravou.

abraço
Carlos

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Re: Chamamentos variáveis de Phylloscopus collybita

Mensagem por pedrocardia em Qua Nov 16, 2016 10:10 am

Olá,

Ontem havia uma ave a vocalizar o "sweoo" aqui em Vairão, Vila do Conde.

Pedro Cardia

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Re: Chamamentos variáveis de Phylloscopus collybita

Mensagem por Paulo Lemos em Qua Nov 16, 2016 11:32 am

HL escreveu:Neste caso local = área de 5ha. Obviamente que não há forma sem marcação individual, só um bruxo para saber se são os mesmos bichos.

Não será impossível, para quem tenha experiência com aves individualmente (por muito que parecidas são todas diferentes umas das outras). Porém, até nisso este género é complicado e como há grande possibilidade de alterarem vocalização como se colocou em hipótese, mais se complica a detecção em ambiente amplo e exclui uma potencial característica a juntar-se ao conjunto necessário para o reconhecimento de individuos. Pior ainda, durante horas e horas, se não dias, a maioria das aves que vejo não vocaliza de todo.


Pedro Pereira escreveu:
HL escreveu:Neste caso local = área de 5ha. Obviamente que não há forma sem marcação individual, só um bruxo para saber se são os mesmos bichos.

Na minha opinião o estudo envolveria bastante complexidade, mesmo que a partir de aves cativas. Seriam anos, na minha opinião para o que se pretende estudar, decifrando entre tantas hipóteses que surgiriam da diversidade biológica (que envolve variações populacionais, individuais e até sazonais em cada individuo, perto da muda por exemplo, a influencia de certas hormonas?).

Isto também considerando que...  


Pedro Pereira escreveu:

- alteraram as suas vocalizações nesse período.
- migraram/dispersaram.


...mais do que duas hipóteses, há pelo menos 3 (a 3ª será ambas em simultâneo)
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Re: Chamamentos variáveis de Phylloscopus collybita

Mensagem por Gonçalo Elias em Qua Nov 16, 2016 12:28 pm

Pedro Pereira escreveu:As Phy col não são territoriais no inverno.

Não sei se isto pode ser afirmado de maneira tão taxativa. A minha experiência de anilhagem de Inverno em diferentes locais (Algarve, serra da Arrábida e estuário do Tejo) aponta para uma taxa de recaptura elevada de Phy col, quer ao longo do mesmo Inverno, quer entre Invernos diferentes.
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Re: Chamamentos variáveis de Phylloscopus collybita

Mensagem por Pedro Pereira em Qua Nov 16, 2016 12:45 pm

Carlos, Pedro e Paulo obrigado pelos vossos contributos à discussão!

Gonçalo, compreendo. Mas minha afirmação quanto à questão da territorialidade tinha por base um artigo que já tinha referido anteriormente nesta conversa. Aqui está ele:  
Pedro Pereira escreveu:
Quanto à questão da territorialidade, segundo consta na bibliografia, as Phy col não são territoriais no inverno: https://www.researchgate.net/profile/Ines_Catry/publication/228834990_Within_and_between-year_winter-site_fidelity_of_Chiffchaffs_Phylloscopus_collybita/links/02e7e51800836750b1000000.pdf

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Re: Chamamentos variáveis de Phylloscopus collybita

Mensagem por Gonçalo Elias em Qua Nov 16, 2016 1:32 pm

Bom, não fiz nenhum estudo científico, a minha afirmação anterior foi baseada apenas em conhecimento empírico.

De qualquer forma no resumo do artigo está algo que vai ao encontro do que referi:

The present study shows that, in spite of the apparently nomadic behaviour of wintering Chiffchaffs Phylloscopus collybita, some individuals can become tem-porarily sedentary.

Não estou a dizer que são maioritariamente territoriais (os autores do artigo referem que são uma minoria) e como referi não tenho números, apenas discordei da tua afirmação anterior "não são territoriais", pois essa formulação sugeria que não há indivíduos territoriais. Wink
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Re: Chamamentos variáveis de Phylloscopus collybita

Mensagem por Pedro Pereira em Qua Nov 16, 2016 1:49 pm

Gonçalo Elias escreveu:Bom, não fiz nenhum estudo científico, a minha afirmação anterior foi baseada apenas em conhecimento empírico.

De qualquer forma no resumo do artigo está algo que vai ao encontro do que referi:

The present study shows that, in spite of the apparently nomadic behaviour of wintering Chiffchaffs Phylloscopus collybita, some individuals can become tem-porarily sedentary.

Não estou a dizer que são maioritariamente territoriais (os autores do artigo referem que são uma minoria) e como referi não tenho números, apenas discordei da tua afirmação anterior "não são territoriais", pois essa formulação sugeria que não há indivíduos territoriais. Wink

Sim, disse dessa forma, porque estava só a atalhar conversa face ao que já tinha dito sobre o assunto. Smile

Fora da época de nidificação, as espécies podem ser mais ou menos territoriais dependendo da escala espacial e temporal que consideramos. Mas segundo, a maioria dos autores, apenas são considerados territoriais os indivíduos que defendem os recursos que exploram (alimento e refúgio, por exemplo). Na mesma linha de pensamento, se os indivíduos passarem a maioria do inverno num local e não defenderem os recursos então não são considerados territoriais. Smile
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Re: Chamamentos variáveis de Phylloscopus collybita

Mensagem por Gonçalo Elias em Qua Nov 16, 2016 1:58 pm

Pedro Pereira escreveu:Fora da época de nidificação, as espécies podem ser mais ou menos territoriais dependendo da escala espacial e temporal que consideramos. Mas segundo, a maioria dos autores, apenas são considerados territoriais os indivíduos que defendem os recursos que exploram (alimento e refúgio, por exemplo). Na mesma linha de pensamento, se os indivíduos passarem a maioria do inverno num local e não defenderem os recursos então não são considerados territoriais. Smile

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Re: Chamamentos variáveis de Phylloscopus collybita

Mensagem por Pedro Pereira em Qua Nov 16, 2016 1:59 pm

Gonçalo Elias escreveu:
Pedro Pereira escreveu:Fora da época de nidificação, as espécies podem ser mais ou menos territoriais dependendo da escala espacial e temporal que consideramos. Mas segundo, a maioria dos autores, apenas são considerados territoriais os indivíduos que defendem os recursos que exploram (alimento e refúgio, por exemplo). Na mesma linha de pensamento, se os indivíduos passarem a maioria do inverno num local e não defenderem os recursos então não são considerados territoriais. Smile

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Re: Chamamentos variáveis de Phylloscopus collybita

Mensagem por pedrocardia em Qua Nov 16, 2016 3:23 pm

Territorialidade:

Ontem vislumbrei um Phylloscopus silencioso no alto de um eucalipto.
Reproduzi o chamamento do Phylloscopus inornatus (podia ser...) e a ave aproximou-se e começou a fazer insistentemente (e alto) o típico "chiff-chaff" (era um collybita.
Ou seja, interpretei o comportamento que observei como uma manifestação territorial, ainda que heteroespecífica.
Estarei certo?

Pedro Cardia


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Re: Chamamentos variáveis de Phylloscopus collybita

Mensagem por Ricardo Melo em Qua Nov 16, 2016 3:31 pm

No passado domingo, junto ao rio Leça em Ermesinde, ouvi de manhã cedo uma felosa-comum a vocalizar insistentemente o "sweeo" durante cerca de 10 minutos.
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Re: Chamamentos variáveis de Phylloscopus collybita

Mensagem por Paulo Lemos em Qua Nov 16, 2016 3:41 pm

Já vi algumas P. collybita agressivas, especialmente junto ao chão/água com muitos mosquitos e cada uma tinha o seu cantinho da margem (só 2 eram agressivas entre 4-5), mas...

Nesse caso relatado, um filme seria crucial, gravação seria provavelmente não conclusiva e descrição penso que nada adianta para interpretar seguramente o que estava aí a acontecer.
As aves são atraídas por alarmes de outras e consequentemente alarmam contagiadas por impulso, e de facto havia uma ameaça por perto (bastaria uma ave/espécie "inventar" uma ameaça e surgiriam outras a subitamente embirrar com a presença humana, por exemplo).
Se houve outra manifestação heteroespecífica, só com vídeo e mesmo assim só se desse para perceber para onde a ave vai olhando e outros sinais corporais que transmite, junto com as características que podem ser subtilmente variáveis desse "chif chaf" (apesar de eu não saber reconhecer bem todas as diferenças nesta espécie, podia ser fácil tecer uma boa hipótese, quem sabe, baseando-me no comportamento de outras ainda que algo filogeneticamente distantes).

Enganei-me e entendo que se estava a falar do "huit" e não do canto.
Isso muda alguma coisa mas não completamente o que eu disse.

Uma ave pode cantar por diversas razões nesta época apesar de não estarmos na primavera. E pode dirigir-se para qualquer lugar ou estrato atraída por curiosidade, cantando não exactamente pela razão que a leva a essa deslocação (ainda por cima já estava a a cantar antes).


Última edição por Paulo Lemos em Qui Nov 17, 2016 10:19 am, editado 2 vez(es)
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Re: Chamamentos variáveis de Phylloscopus collybita

Mensagem por Pedro Pereira em Qui Nov 17, 2016 1:58 am

pedrocardia escreveu:Territorialidade:

Ontem vislumbrei um Phylloscopus silencioso no alto de um eucalipto.
Reproduzi o chamamento do Phylloscopus inornatus (podia ser...) e a ave aproximou-se e começou a fazer insistentemente (e alto) o típico "chiff-chaff" (era um collybita.
Ou seja, interpretei o comportamento que observei como uma manifestação territorial, ainda que heteroespecífica.
Estarei certo?

Pedro Cardia



Pedro,
A situação que descreve é interessante. O facto da ave começar a cantar após o playback e de se aproximar sugere a observação de uma resposta agressiva. Contudo, no mínimo e abreviadamente falando, para classificarmos essa observação como territorialidade precisaríamos de confirmar a sua regularidade no tempo e no espaço.

Durante a época de nidificação, já houve quem trabalhasse no tema da (potencial) territorialidade heterospecifica entre Ph. collybita (tristis) e Ph. inornatus. Por exemplo: http://laboratory-ecol.ucoz.org/_ld/0/95_BOURSKI_FORSTME.pdf
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Re: Chamamentos variáveis de Phylloscopus collybita

Mensagem por Paulo Lemos em Qui Nov 17, 2016 10:22 am

Paulo Lemos escreveu:Já vi algumas P. collybita agressivas, especialmente junto ao chão/água com muitos mosquitos e cada uma tinha o seu cantinho da margem (só 2 eram agressivas entre 4-5), mas...

Nesse caso relatado, um filme seria crucial, gravação seria provavelmente não conclusiva e descrição penso que nada adianta para interpretar seguramente o que estava aí a acontecer.
As aves são atraídas por alarmes de outras e consequentemente alarmam contagiadas por impulso, e de facto havia uma ameaça por perto (bastaria uma ave/espécie "inventar" uma ameaça e surgiriam outras a subitamente embirrar com a presença humana, por exemplo).
Se houve outra manifestação heteroespecífica, só com vídeo e mesmo assim só se desse para perceber para onde a ave vai olhando e outros sinais corporais que transmite, junto com as características que podem ser subtilmente variáveis desse "chif chaf" (apesar de eu não saber reconhecer bem todas as diferenças nesta espécie, podia ser fácil tecer uma boa hipótese, quem sabe, baseando-me no comportamento de outras ainda que algo filogeneticamente distantes).

Por lapso entendi que se estava a falar do "huit" e não do canto.
Isso muda alguma coisa mas não completamente o que eu disse.

Uma ave pode cantar por diversas razões nesta época apesar de não estarmos na primavera. E pode dirigir-se para qualquer lugar ou estrato atraída por curiosidade, cantando não exactamente pela razão que a leva a essa deslocação (ainda por cima já estava a a cantar antes).
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Re: Chamamentos variáveis de Phylloscopus collybita

Mensagem por Paulo Alves em Qui Nov 17, 2016 5:23 pm

Continuo a ouvir "swee" e "sweeoo" por Abrantes.
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Re: Chamamentos variáveis de Phylloscopus collybita

Mensagem por Gonçalo Elias em Qui Nov 17, 2016 5:41 pm

Paulo Alves escreveu:Continuo a ouvir "swee" e "sweeoo" por Abrantes.

A mim só me saem é duques... Rolling Eyes
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Re: Chamamentos variáveis de Phylloscopus collybita

Mensagem por Paulo Alves em Qui Nov 17, 2016 5:52 pm

Gonçalo Elias escreveu:
Paulo Alves escreveu:Continuo a ouvir "swee" e "sweeoo" por Abrantes.

A mim só me saem é duques... Rolling Eyes

Mas ainda não ouviste estes chamamentos Gonçalo?
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Re: Chamamentos variáveis de Phylloscopus collybita

Mensagem por Gonçalo Elias em Sex Nov 18, 2016 12:59 am

Paulo Alves escreveu:
Gonçalo Elias escreveu:
Paulo Alves escreveu:Continuo a ouvir "swee" e "sweeoo" por Abrantes.

A mim só me saem é duques... Rolling Eyes

Mas ainda não ouviste estes chamamentos Gonçalo?

nope
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Re: Chamamentos variáveis de Phylloscopus collybita

Mensagem por PNicolau em Sex Nov 18, 2016 2:11 am

Eu também os tenho ouvido por todo o lado, onde quer que vá.
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Re: Chamamentos variáveis de Phylloscopus collybita

Mensagem por Gonçalo Elias em Sex Nov 18, 2016 2:14 am

Pode acontecer que eu ainda não tenha "apanhado" esse som, vou estar atento.
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Re: Chamamentos variáveis de Phylloscopus collybita

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