Simplificação de nomes de hotspots

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Re: Simplificação de nomes de hotspots

Mensagem por Flávio Oliveira em Seg Mar 13, 2017 11:02 am

Gonçalo Elias escreveu:
pedro121 escreveu:Alterando, consegue-se arranjar uma solução alternativa que seja aplicável a todos os PN e RN e que tais que seja coerente e mais curta?

Sim há. Usar as respectivas siglas, que aliás são muito usadas pelo próprio ICNF (ver aqui):

RNET = Reserva Natural do Estuário do Tejo
RNES = Reserva Natural do Estuário do Sado
PNSE = Parque Natural da Serra da Estrela
PNSACV = Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina
etc.

Esta opção já foi usada no passado pelo eBird Portugal mas por razões que desconheço passou a usar-se os nomes por extenso. Talvez fosse de considerar recuperar o uso de siglas?

Também desconheço a razão, mas imagino que tenha sido para tornar o nome mais facilmente reconhecível. Se há algumas siglas que são efectivamente muito conhecidas/óbvias há outras nem por isso... e esse aspecto parece-me importante.

Creio que aqui há que ponderar o que se ganha e o que se perde com a simplificação dos nomes. Eu acho que se calhar se perde mais do que se ganha...
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Re: Simplificação de nomes de hotspots

Mensagem por Gonçalo Elias em Seg Mar 13, 2017 12:37 pm

Flávio Oliveira escreveu:Também desconheço a razão, mas imagino que tenha sido para tornar o nome mais facilmente reconhecível. Se há algumas siglas que são efectivamente muito conhecidas/óbvias há outras nem por isso... e esse aspecto parece-me importante.

Concordo contigo mas há aqui dois aspectos que creio que merecem reflexão:
1. Sem perguntarmos aos utilizadores o que é que eles reconhecem ou não, estamos a basear-nos em suposições
2. No caso dos subpontos nem sequer considero necessário que esteja lá o nome da área protegida. Por exemplo, para o Cerro do Bufo seria perfeitamente suficiente ter lá "Cerro do Bufo", não vejo necessidade de meter lá o apêndice "RN Sapal de Castro Marim e Vila Real de Santo António". Também para o Cabo Raso é irrelevante (do ponto de vista do utilizador) estar lá PN Sintra-Cascais. O eBird não é um trabalho sobre áreas protegidas e actualmente tenho bastantes dúvidas sobre a real utilidade de ter a referência à àreas protegidas nos nomes dos hotspots.

Flávio Oliveira escreveu:Creio que aqui há que ponderar o que se ganha e o que se perde com a simplificação dos nomes. Eu acho que se calhar se perde mais do que se ganha...

Do ponto de vista do utilizador, creio que faz sentido descartar tudo aquilo que não seja realmente importante.
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Re: Simplificação de nomes de hotspots

Mensagem por Gonçalo Elias em Seg Mar 13, 2017 2:14 pm

Daniel Raposo escreveu:E porque não utilizar as siglas como sufixo ao invés de prefixo? Dessa forma o nome conhecido e utilizado saltaria mais à vista, mantendo a info relativa à zona protegida em questão.

Parece-me bem. Creio que já vi esse modelo em hotspots de outros países.

Daniel Raposo escreveu:Voltando um pouco atrás, gostaria de referir que não concordo com a abolição da informação de acesso condicionado/reservado. Penso que, aquando do planeamento de uma saída, essa info é essencial para perceber a necessidade de ir pesquisar quais as condições de acesso ao HS em questão.

Certo, de acordo com o que já foi debatido em mensagens anteriores, a solução poderá passar por ter um leque de opções, consoante o tipo de condicionamento existente.
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Re: Simplificação de nomes de hotspots

Mensagem por Pedro Fernandes em Qui Mar 16, 2017 8:13 am

Olá,

Algumas notas sobre a discussão:

— aprecio o acesso condicionado. Talvez haja uso de acesso condicionado a mais, mas havendo esta resenha dá a oportunidade de quem lá vai se precaver. Onde ficam os limites? Não sei.

— as áreas foram passadas de enigmáticos LGVFX--arrozais da Giganta por se tornarem demasiado enigmáticas. A RNSCMVRSA foi a gota de água à altura— é horrenda a abreviatura, e foi isso que me fez voltar ao RN Sapal de Castro Marim e Vila Real de Santo António.

— sobre as áreas protegidas, é norma no eBird ter os pontos associados às áreas em que se encontram. Estar a tirar ponto à lá carte não me parece boa ideia.

— sobre abreviaturas como AC, AP ou outras, creio que caímos na questão de tornar tudo enigmático. Acesso condicionado permite a quem não domine a língua usar por exemplo o Google Translate e perceber que se calhar não é garantido o acesso.

— sobre artigos de tradução, se alguém quiser fazê-los, agradeço (e creio que todos agradecem). Façam-me chegar os ditos que tratarei de os colocar no portal.

— sobre caracterização de hotspots, trago à baila o caso do Ohio: http://ohioebirdhotspots.wikispaces.com/Birding+in+Ohio . Os eBirders locais criaram uma página wiki para descrever os pontos locais. É uma tarefa hercúlea que não consigo assegurar, mas se alguém tiver na disposição, é deitar mãos à obra.

— sobre as saídas pelágicas: já vi casos em que observadores colocam listas feitas a partir de terra para o largo. A menção 'saídas pelágicas' ajuda a clarificar.

Resumindo, a minha posição é semelhante à do Flávio— acho que na simplificação se perde mais do que se ganha.
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Re: Simplificação de nomes de hotspots

Mensagem por Gonçalo Elias em Qui Mar 16, 2017 9:39 am

Pedro, já calculava que seria essa a tua resposta e obviamente que nesta matéria tens a palavra final.

Mas neste caso creio que devemos uniformizar a aplicação do acesso condicionado a todos os locais que estejam fechados (propriedades privadas), a todos aqueles que tenham horário de abertura ao público (isto é que não estejam abertos 24 horas) e locais onde seja necessário ir de barcos que também têm horários e que é necessário pagar (por exemplo todo o tipo de ilhas). Actualmente não existe um critério uniforme para a aplicação do acesso condicionado, pois há uns sítios que têm e outros que não têm. Concordas?

Outra coisa:

Pedro Fernandes escreveu:
— as áreas foram passadas de enigmáticos LGVFX--arrozais da Giganta por se tornarem demasiado enigmáticas. A RNSCMVRSA foi a gota de água à altura— é horrenda a abreviatura, e foi isso que me fez voltar ao RN Sapal de Castro Marim e Vila Real de Santo António.

— sobre as áreas protegidas, é norma no eBird ter os pontos associados às áreas em que se encontram. Estar a tirar ponto à lá carte não me parece boa ideia.

Sobre as áreas protegidas, concordo que esteja lá o nome da área (o que sugeri foi que se usasse um nome abreviado e não o nome completo). Achas que RN Castro Marim não é claro? Há receio de alguma perseguição por parte do ICNF por não estar lá escrito "Sapal de Castro Marim e Vila Real de Santo António"?

No caso da LGVFX não se trata de uma área protegida e por isso sinceramente não compreendo a necessidade de lá estar escrito Lezíria Grande de Vila Franca de Xira. Achas que "Lezíria Grande" apenas é enigmático?
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Re: Simplificação de nomes de hotspots

Mensagem por Pedro Fernandes em Sex Mar 24, 2017 5:27 pm

Temos uma língua palavrosa, creio que é por aí que vai o meu raciocínio. Cortar nomes próprios às coisas por uma questão de estética não sei se será uma boa ideia— se o nome da Reserva Natural do Sapal de Castro Marim e Vila Real de Santo António é este, não me parece correcto excluir nem Vila Real de Santo António, nem o sapal. Por esta ordem de ideias poderíamos também tirar o estuário ao Tejo e o paul ao Boquilobo.

Acessos condicionados, talvez mereça fazer a distinção entre condicionado e restrito. Imagino que saibamos todos como funcionam jardins públicos de acesso gratuito, podem ou não estar fechados a partir de determinada hora, não me parece (a mim, mas isto é a opinião de um eBirder) que valha a pena ter 'acesso condicionado' no nome de um jardim público. Se a entrada depender de pagamento ou de cartão, creio que sim, 'acesso condicionado' se aplica (e no caso da Lagoa Pequena, neste caso que já não é pago, talvez se possa deixar cair o termo). Também não me parece mal ter acesso restrito para casos como o referido Campo de Tiro de Alcochete. Sobre a lezíria de Vila Franca, concordo que o nome de Lezíria Grande de Vila Franca de Xira pode ser reduzido para Lezíria Grande.




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Re: Simplificação de nomes de hotspots

Mensagem por Gonçalo Elias em Sab Mar 25, 2017 7:04 am

Bem, estamos sintonizados em algumas coisas.

Vou comentar ponto a ponto.

Pedro Fernandes escreveu:Temos uma língua palavrosa, creio que é por aí que vai o meu raciocínio. Cortar nomes próprios às coisas por uma questão de estética não sei se será uma boa ideia— se o nome da Reserva Natural do Sapal de Castro Marim e Vila Real de Santo António é este, não me parece correcto excluir nem Vila Real de Santo António, nem o sapal.

Não é uma questão de estética nem de correcção.
É uma questão prática. Desde que vejo aves, há cerca de 30 anos, que sempre ouço dizer "vou a Castro Marim", nunca ouvi ninguém dizer "vou ao sapal de Castro Marim e Vila Real de Santo António".
Eu sempre defendi e continuo a defender que os nomes dos hotspots se devem aproximar o mais possível da linguagem efectivamente usada pelos observadores.
Portanto a menos que me digas que de facto te referes habitualmente à reserva de Castro Marim como "reserva do Castro Marim e Vila Real de Santo António", eu continuo a achar uma opção pesada e desnecessária.

Pedro Fernandes escreveu:Por esta ordem de ideias poderíamos também tirar o estuário ao Tejo e o paul ao Boquilobo.

Entendo a piada, embora me pareça que as situações não são comparáveis, porque o grau de complexidade do nome não é semelhante, tal como não é semelhante a dimensão da simplificação que daqui pode advir.

E já agora, se de facto defendes o uso dos nomes formais completos, nesse caso o hotspot "Pinhal de Vila Real de Santo António" deveria passar a chamar-se "Mata Nacional das Dunas Litorais de Vila Real de Santo António". É o nome dele. E eu pergunto: o que é que ganhamos com isso?

Pedro Fernandes escreveu:Acessos condicionados, talvez mereça fazer a distinção entre condicionado e restrito. Imagino que saibamos todos como funcionam jardins públicos de acesso gratuito, podem ou não estar fechados a partir de determinada hora, não me parece (a mim, mas isto é a opinião de um eBirder) que valha a pena ter 'acesso condicionado' no nome de um jardim público.

De acordo quanto a isto.

Pedro Fernandes escreveu:Se a entrada depender de pagamento ou de cartão, creio que sim, 'acesso condicionado' se aplica (e no caso da Lagoa Pequena, neste caso que já não é pago, talvez se possa deixar cair o termo).

Se se trata apenas de pagar um bilhete, creio que em vez do acesso condicionado se adequaria mais "acesso pago". É mais curto e acima de tudo mais explícito. Deixa desde logo claro que o acesso é possível pagando um bilhete. A expressão "acesso condicionado" sugere que é necessário outro tipo de autorização e obriga a efectuar uma pesquisa sobre o tipo de condicionamento, mas creio que nestes casos isso é perfeitamente escusado. O que achas de colocar "acesso pago" nestas situações?

Pedro Fernandes escreveu:Também não me parece mal ter acesso restrito para casos como o referido Campo de Tiro de Alcochete.

Certo.

Pedro Fernandes escreveu:Sobre a lezíria de Vila Franca, concordo que o nome de Lezíria Grande de Vila Franca de Xira pode ser reduzido para Lezíria Grande.

De acordo.
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Re: Simplificação de nomes de hotspots

Mensagem por Daniel Raposo em Sab Mar 25, 2017 1:59 pm

Pedro Fernandes escreveu:Imagino que saibamos todos como funcionam jardins públicos de acesso gratuito, podem ou não estar fechados a partir de determinada hora, não me parece (a mim, mas isto é a opinião de um eBirder) que valha a pena ter 'acesso condicionado' no nome de um jardim público.

Não posso dizer que concorde com isto... nem todos os jardins têm condicionamentos de acesso e nem todas as pessoas têm a noção de que há jardins com horários. Reitero: parece-me importante ter uma qualquer referência que me indique que devo pesquisar quais as condições de acesso a determinado hotspot. Atrevo-me até a dizer que estas coisas devem ser estruturadas a pensar nos eBirders menos experientes e não nos "veteranos".

Já agora, relativamente ao caso específico do Espaço Interpretativo da Lagoa Pequena, julgo que não seja boa ideia omitir que existem condicionalismos de acesso. O espaço só está aberto ao público durante os FDS, quartas e sextas. Além disso sofre alterações de horário no verão.
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Re: Simplificação de nomes de hotspots

Mensagem por Gonçalo Elias em Ter Abr 04, 2017 10:47 am

Pedro Fernandes escreveu:Temos uma língua palavrosa, creio que é por aí que vai o meu raciocínio. Cortar nomes próprios às coisas por uma questão de estética não sei se será uma boa ideia— se o nome da Reserva Natural do Sapal de Castro Marim e Vila Real de Santo António é este, não me parece correcto excluir nem Vila Real de Santo António, nem o sapal.

Voltando a esta área protegida apresento uma outra proposta de designação:

"RN Sapal de Castro Marim e VRSA".

A própria câmara municipal, no seu site internet, usa esta designação (que aliás é frequentemente usado no Algarve para se referir a este município). Ora se é o próprio município que o usa, é porque considera a designação aceitável.
Ver por exemplo aqui: http://www.cm-vrsa.pt/pt/noticias/1989/reserva-natural-do-sapal-de-castro-marim-e-vrsa-assinala-41-aniversario-com-dia-aberto.aspx

Vila Real de Santo António não é excluída do nome e este fica consideravelmente mais compacto.

@PeF, o que dizes?
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Re: Simplificação de nomes de hotspots

Mensagem por Gonçalo Elias em Ter Maio 16, 2017 11:35 am

Já anteriormente escrevi sobre o que considero serem nomes de hotspots demasiado extensos.

Para além das questões acima referidas, os nomes muito longos (nomeadamente quando metem áreas protegidas com o nome por extenso) dão origem a uma dificuldade adicional.

Hoje quis produzir um relatório anual com as minhas observações no hotspot "Castro Marim (vila)" que fica na Reserva Natural do Sapal de Castro Marim e Vila Real de Santo António.

Quando escolho a opção relatório anual, o ebird apresenta-me os hotspots elegíveis (isto é, aqueles em que fiz observação este ano).

Notem que a janela não abre para a direita, por isso não é possível visualizar o nome completo.

Como é que escolho o hotspot pretendido?


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Re: Simplificação de nomes de hotspots

Mensagem por AndreVieira em Qua Maio 17, 2017 9:21 am

ou seja, tens os hotspots elegíveis, dos quais 6 são ilegíveis

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Re: Simplificação de nomes de hotspots

Mensagem por pedro121 em Qua Maio 17, 2017 9:24 am

Uma questão de aumentar a caixa de dialogo.
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Re: Simplificação de nomes de hotspots

Mensagem por Gonçalo Elias em Qua Maio 17, 2017 12:49 pm

pedro121 escreveu:Uma questão de aumentar a caixa de dialogo.

conforme referi acima, não dá para aumentar (não abre para a direita).
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Re: Simplificação de nomes de hotspots

Mensagem por pedro121 em Qua Maio 17, 2017 2:18 pm

Gonçalo Elias escreveu:
pedro121 escreveu:Uma questão de aumentar a caixa de dialogo.

conforme referi acima, não dá para aumentar (não abre para a direita).

Eu percebi, eu estou é a dizer que a caixa deve ser aumentada, ou seja quem fez a pagina devia ter feito a caixa maior.
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Re: Simplificação de nomes de hotspots

Mensagem por Gonçalo Elias em Qua Maio 17, 2017 2:54 pm

pedro121 escreveu:Eu percebi, eu estou é a dizer que a caixa deve ser aumentada, ou seja quem fez a pagina devia ter feito a caixa maior.

Sim, mas citando um conhecido membro deste Forum, "não vai acontecer" Very Happy

Portanto a solução mais rápida é mesmo abreviar o nome dos hotspots, pelo menos enquanto este problema perdurar.
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Gonçalo Elias

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Re: Simplificação de nomes de hotspots

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