A questão da categoria D

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Re: A questão da categoria D

Mensagem por pedro121 em Seg Maio 14, 2012 7:45 am

Carlos Pacheco escreveu:
Então e o pelicano-branco? Eu os que vi pareceram-me genuinamente selvagens, mas certezas...

Mais outra dor de cabeça...

Mais uma para analisar, teríamos que ver as alturas migratórias da espécie, teoricamente é possível sem dúvida, mas uma proporção dos registros é referente a aves adultas que são com certeza menos prováveis para uma vagrancia deste género.

Mais interessante é saber porque é que o Branco está na D e o Pelicano-rosado está na A…
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Re: A questão da categoria D

Mensagem por Gonçalo Elias em Ter Maio 15, 2012 11:33 am

Quem disse que o rosado está na A?
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Re: A questão da categoria D

Mensagem por pedro121 em Qua Maio 16, 2012 2:30 am

Gonçalo Elias escreveu:Quem disse que o rosado está na A?


Hummm, pois... Embarassed Embarassed

O erro foi meu, quando fui ver no site Aves de Portugal o pelicano-branco reparei que o rosado não tinha uma categoria atribuída, ou seja não estava com as letras B,C ou D á frente, normalmente nesses casos a ave é da categoria A que é a categoria por “defeito” da maioria das espécies, devia ter-me certificado que era efetivamente da A mas assumi que era e … Embarassed Embarassed
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Re: A questão da categoria D

Mensagem por Gonçalo Elias em Qua Maio 16, 2012 2:37 am

Pois, efectivamente o rosado não tem categoria atribuída... mas lendo o comentário que está no Anuário 6, creio que a categoria mais provável será a D.
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Re: A questão da categoria D

Mensagem por pedro121 em Qua Maio 16, 2012 2:43 am

Gonçalo Elias escreveu:Pois, efectivamente o rosado não tem categoria atribuída... mas lendo o comentário que está no Anuário 6, creio que a categoria mais provável será a D.

Sim, já o Grifo-africano não ficou claro no anuário que tinha sido incluído na categoria D, alias eu estava convencido que tinha sido aceite na A até que á uns messes atrás perguntei a um membro do CPR se tinha sido incluído na A ou na D já que a questão tinha aparecido no Birdforum por causa de um registo espanhol. Talvez seja preferível nestes casos ser-se mais explicito, e dizer claramente no anuário qual a categoria em que o registo foi incluído.
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Re: A questão da categoria D

Mensagem por Gonçalo Elias em Qua Maio 16, 2012 4:32 am

pedro121 escreveu:eu estava convencido que tinha sido aceite na A até que á uns messes atrás perguntei a um membro do CPR se tinha sido incluído na A ou na D já que a questão tinha aparecido no Birdforum por causa de um registo espanhol.

E qual foi a resposta?


Última edição por Gonçalo Elias em Qua Maio 16, 2012 10:47 am, editado 1 vez(es)
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Re: A questão da categoria D

Mensagem por RuiCaratao em Qua Maio 16, 2012 10:34 am

Já alguém avisou os bichos, que lhes andam a atribuir categorias ???? Evil or Very Mad

cumps,
Rui
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Re: A questão da categoria D

Mensagem por pedro121 em Qui Maio 17, 2012 2:10 am

Gonçalo Elias escreveu:
E qual foi a resposta?

D, mas lá está, não era má ideia que no futuro no noticiário quando se aceitasse uma nova espécie se disse-se claramente em que categoria foi aceite...
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Re: A questão da categoria D

Mensagem por pedro121 em Qui Maio 17, 2012 2:10 am

RuiCaratao escreveu:Já alguém avisou os bichos, que lhes andam a atribuir categorias ???? Evil or Very Mad
i


Very Happy Very Happy Very Happy Temos que lhes mandar um memorando... Very Happy Very Happy
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Re: A questão da categoria D

Mensagem por Gonçalo Elias em Qui Maio 17, 2012 2:22 am

pedro121 escreveu:
Gonçalo Elias escreveu:
E qual foi a resposta?

D, mas lá está, não era má ideia que no futuro no noticiário quando se aceitasse uma nova espécie se disse-se claramente em que categoria foi aceite...

Pois, essa informação foi-te dita a ti, no entanto não está referida em lado nenhum. Tal como não está referida a categoria de diversas outras espécies observadas em anos recentes (a lista das aves de Portugal não inclui esses registos), nenhuma delas tem categoria atribuída, pelo menos oficialmente.

Já agora qual será categoria do quebra-ossos: C5 ou E? (para além de já ser B).

C5 - espécies divagantes naturalizadas - espécies observadas apenas em resultado de movimentos de populaçoes introduzidas noutro país;

É verdade que as aves observadas recentemente em Portugal são bichos que nasceram em cativeiro, mas a descrição da cat. C5 não faz referência a essa questão, refere apenas 'populações introduzidas', que é o caso.
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Re: A questão da categoria D

Mensagem por pedro121 em Qui Maio 17, 2012 3:20 am

Gonçalo Elias escreveu:
É verdade que as aves observadas recentemente em Portugal são bichos que nasceram em cativeiro, mas a descrição da cat. C5 não faz referência a essa questão, refere apenas 'populações introduzidas', que é o caso.

Na realidade Gonçalo diz:

C5 – Espécies acidentais provenientes de populações estabelecidas (naturalizadas) noutros países

Mas, e é um grande mas, a questão é mais complicada do que parece porque o que está implícito na categoria C5 é que a espécie é exótica no pais de origem da ave, mas não é esse o caso, em Espanha seriam quanto muito C3:

C3 – Espécies com populações reestabelecidas (naturalizadas) com sucesso em zonas que no passado fizeram parte da sua área de distribuição natural

Independentemente disso as aves que apareceram em Portugal não fazem parte de uma população estabelecida ou restabelecida, mas sim de um programa de reintrodução que com sorte irá dar origem ao estabelecimento/restabelecimento da População, portanto é um caso de por o carro á frente dos bois, a não ser que apareça alguma ave da população dos Pirenéus o que de resto é perfeitamente possível.
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Re: A questão da categoria D

Mensagem por Gonçalo Elias em Qui Maio 17, 2012 3:33 am

Bem visto Pedro.

Aliás a questão coloca-se também em relação aos galeirões-de-crista.

Se aparecer um bicho sem colar, de onde vem ele?
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Re: A questão da categoria D

Mensagem por pedro121 em Qui Maio 17, 2012 3:40 am

Gonçalo Elias escreveu:
Tal como não está referida a categoria de diversas outras espécies observadas em anos recentes (a lista das aves de Portugal não inclui esses registos), nenhuma delas tem categoria atribuída, pelo menos oficialmente.

É um aspecto a melhorar, diga-se que provavelmente assume-se que está implicito, por exemplo para espécies como o Phoenicurus Moussieri assume-se que foi aceite na A, mas se nada for dito nesse sentido alguém pode pensar que é uma fuga…nunca se sabe.

Acho quando aparece uma nova espécie em Portugal um simples paragrafo a dizer que a Especie foi aceite na categoria X seria muito positivo em futuros anuários.

Já que estamos a falar em aspectos a melhorar no anuário, também seria de considerar uma alteração na frase:

“um dos registos não foi considerado na contabilização total, uma vez que envolveu quase certamente a mesma ave do registo anterior.”

Qual é o problema desta frase politicamente correcta? Numa situação normal nenhum! Mas numa invasão, como foi janeiro/fevereiro de 2009 para as Gaivotas temos uma situação de confusão criada, com múltiplos registros para o mesmo local que podem ou não ser referentes a aves diferentes.

Seria mais claro se fosse feita uma separação física entre os registos contabilizados e os não contabilizados, como exemplo:

Pluvialis dominica (8, 3)
(Neárctico)

2007-Faro, Silves, lagoa dos Salgados, juvenil/1ºInverno, 10 de Outubro (C. Key). Existem
fotografias.

2008-Setúbal, Alcochete, Barroca d’Alva, adulto em muda para plumagem de Inverno, 20 a 24 de Setembro (J. Jara, P. Alvito, R. Silva e outros).Existem fotografias.

2009-Faro, Silves, lagoa dos Salgados, macho adulto em plumagem nupcial, 17 de Julho (J. Muddeman e outros). Existem fotografias.

Comentário: um dos registos não foi considerado na contabilização total, uma vez que envolveu quase certamente a mesma ave do registo anterior.

2009-Faro, Silves, lagoa dos Salgados, macho adulto em plumagem nupcial, 18 de Julho (R. Eufrásia, J.Ministro, G. Schreier). Existem fotografias.


Última edição por pedro121 em Qui Maio 17, 2012 3:56 am, editado 1 vez(es)
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Re: A questão da categoria D

Mensagem por pedro121 em Qui Maio 17, 2012 3:55 am

Gonçalo Elias escreveu:
Aliás a questão coloca-se também em relação aos galeirões-de-crista.
Se aparecer um bicho sem colar, de onde vem ele?

Essa questão já foi posta noutro tópico algures, mas a solução é simples, para aqueles que se sabe o numero do colar basta perguntar para saber se a ave é de cativeiro ou não, suponho que foram colocados colares a aves capturadas em estado selvagem portanto teremos sempre que saber o numero do colar antes de proceder, se o nº do colar não for conhecido a meu ver dá-se o beneficio da duvida. Se a ave for nascida em cativeiro o registo deixa de fazer parte da categoria A.
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Re: A questão da categoria D

Mensagem por Gonçalo Elias em Qui Maio 17, 2012 3:57 am

pedro121 escreveu:
Gonçalo Elias escreveu:
Aliás a questão coloca-se também em relação aos galeirões-de-crista.
Se aparecer um bicho sem colar, de onde vem ele?

Essa questão já foi posta noutro tópico algures, mas a solução é simples, para aqueles que se sabe o numero do colar basta perguntar para saber se a ave é de cativeiro ou não, suponho que foram colocados colares a aves capturadas em estado selvagem portanto teremos sempre que saber o numero do colar antes de proceder, se o nº do colar não for conhecido a meu ver dá-se o beneficio da duvida. Se a ave for nascida em cativeiro o registo deixa de fazer parte da categoria A.

Mas as categorias são atribuídas às espécies e não aos registos individuais, parece-me.
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Re: A questão da categoria D

Mensagem por pedro121 em Qui Maio 17, 2012 4:09 am

Gonçalo Elias escreveu:
Mas as categorias são atribuídas às espécies e não aos registos individuais, parece-me.

Nos já falamos disso algures mais atras no tópico, mas de qualquer modo aqui vai.
O que é que tu sugeres que se faça quando aparece um individuo comprovadamente de cativeiro (com uma anilha que o prova) que pertence a uma espécie que está incluída na categoria A, consideravas esse individuo como fazendo parte de que categoria?
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Re: A questão da categoria D

Mensagem por Gonçalo Elias em Qui Maio 17, 2012 4:14 am

Eu não vejo sequer a necessidade de atribuir categoria ao indivíduo.

As categorias atribuem-se às espécies.
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Re: A questão da categoria D

Mensagem por pedro121 em Qui Maio 17, 2012 4:16 am

Gonçalo Elias escreveu:Eu não vejo sequer a necessidade de atribuir categoria ao indivíduo.

As categorias atribuem-se às espécies.


Portanto aceitavas esse registo na categoria A?
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Re: A questão da categoria D

Mensagem por Gonçalo Elias em Qui Maio 17, 2012 4:20 am

Insisto neste ponto: os registos atribuem-se às espécies e não aos indivíduos (ou registos individuais).

Mas devolvo-te a questão: porquê a necessidade de atribuir categoria ao registo?
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Re: A questão da categoria D

Mensagem por pedro121 em Qui Maio 17, 2012 4:32 am

Gonçalo Elias escreveu:Insisto neste ponto: os registos atribuem-se às espécies e não aos indivíduos (ou registos individuais).

Claro que sim(em Portugal...), mas nota, que mesmo em Portugal existem espécies que pertencem a mais que uma categoria

Gonçalo Elias escreveu:É verdade, mas isso também existe em Portugal. Por exemplo, o pato-royal está nas categorias A, C e E.

Portanto mesmo em Portugal tu admites que uma espécie possa estar em mais que uma categoria, e que portanto os registros dos indivíduos dessa espécie sejam colocados na categoria mais correta, alias, tal é feito que eu saiba em todos os Países onde a observação de aves tem alguma relevância (Inglaterra, USA, Holanda…etc… grandes discussões sobre em que categoria incluir indivíduos de especies de patos americanos por exemplo), portanto podemos dizer que a decisão sobre a categoria do individuo é algo que é encarado com normalidade, não percebo realmente porque é que temos que ser diferentes quando já temos precedentes para não o sermos.



Gonçalo Elias escreveu:Mas devolvo-te a questão: porquê a necessidade de atribuir categoria ao registo?

Porque? Bem, hummm, porque senão temos aves nascidas e criadas em cativeiro consideradas como aves selvagens…???????????
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Re: A questão da categoria D

Mensagem por Gonçalo Elias em Qui Maio 17, 2012 4:39 am

Pedro não percebo onde é que foste buscar a ideia de que somos diferentes.

Tanto quanto sei, nos outros países as categorias também são atribuídas a espécies e não a indivíduos.

Vê o caso do Reino Unido, por exemplo: "Each species on the British List is placed in one or more categories denoting its status on the List."

http://www.bou.org.uk/british-list/species-categories/
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Re: A questão da categoria D

Mensagem por pedro121 em Qui Maio 17, 2012 4:45 am

Gonçalo Elias escreveu:
Tanto quanto sei, nos outros países as categorias também são atribuídas a espécies e não a indivíduos.

Vê o caso do Reino Unido, por exemplo: "Each species on the British List is placed in one or more categories denoting its status on the List."

http://www.bou.org.uk/british-list/species-categories/

Certo, certo, mas se fores ver como foram considerados os registros de especies como por exemplo o Bucephala albeola vez que alguns a especie foi admitida na categoria A, MAS existem registros que foram considerados como D (alguns apenas provisoriamente) e outros foram remetidos directamente para a E... Very Happy Very Happy
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Re: A questão da categoria D

Mensagem por Gonçalo Elias em Qui Maio 17, 2012 4:50 am

Onde é que tu vês isso?

Por aquilo que vejo o Bucephala albeola está apenas na categoria A.

http://www.bou.org.uk//wp-content/uploads/2012/05/British-List-2011.pdf

Aliás estar na D e na A em simultâneo não faz sentido nenhum...
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Re: A questão da categoria D

Mensagem por pedro121 em Qui Maio 17, 2012 4:56 am

Gonçalo Elias escreveu:Onde é que tu vês isso?

Por aquilo que vejo o Bucephala albeola está apenas na categoria A.

http://www.bou.org.uk//wp-content/uploads/2012/05/British-List-2011.pdf

Não sei se reparaste numa particularidade dessa tabela... Smile


Gonçalo Elias escreveu:Aliás estar na D e na A em simultâneo não faz sentido nenhum...

Claro que não faz, para uma especie, isso parece-me obvio, mas para os individuos dessa especie?



ps: ainda não me respondeste.... Cool
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Re: A questão da categoria D

Mensagem por pedro121 em Qui Maio 17, 2012 5:03 am

Hummm, pelos vistos posso estar enganado, ou são A, ou ficam em circulação ad eternum, ou passam a E, isto para os individuos, já aprendi uma coisa nova hoje. Very Happy
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